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A importância do trabalho voluntário na seleção das universidades

O seu sonho é garantir uma vaga em uma universidade no exterior? Descubra como os trabalhos voluntários podem te ajudar

A importância do trabalho voluntário na seleção das universidades
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Por G.A.T.E. Team

 

Notas altas ao longo da trajetória escolar, um bom desempenho em exames tradicionais como TOEFL e IELTS e cartas de recomendação são fundamentais para garantir uma vaga em uma universidade no exterior.

 

No entanto, a avaliação das universidades não se resume apenas ao seu histórico como aluno. Preocupadas com o perfil extracurricular dos estudantes, as instituições têm valorizado cada vez mais as atividades realizadas fora da aula, especialmente aquelas que beneficiam diretamente a comunidade e que demonstram o seu interesse por questões sociais.

 

Por isso, experiências como a do trabalho voluntário ganham destaque na hora da seleção. Escolas renomadas como o MIT (Massachusetts Instituteof Technology) chegam a valorizar mais o perfil pessoal do aluno do que o próprio resultado do SAT (Scholastic Aptitude Test).

 

Trabalho voluntário como diferencial

 

Ao incluir o trabalho voluntário no currículo, o estudante demonstra proatividade e preocupação com o que está à sua volta, exatamente o que as instituições buscam para a formação de profissionais completos.

 

“Hoje em dia, as universidades americanas têm avaliado os estudantes de forma holística. Objetivamente, avaliam as suas notas. Porém, subjetivamente, avaliam-no como indivíduo. Isso acontece porque, cada vez mais, elas se preocupam em aprovar estudantes que saibam conviver com as diferenças”, diz Cristina Vieira, gerente de produto do STB e especialista em Universidades no Exterior. “Assim, mesmo que estejam em busca de notas interessantes, o mais importante é ter em sua escola seres humanos interessantes”, afirma.

 

Nesse contexto, todo o tipo de vivência conta: programas de ajuda a comunidades carentes ou de conservação e preservação do meio ambiente e até trabalho voluntário com animais, como o que a atriz Laura Neiva fez em Jaipur, na Índia, em julho deste ano. “Essa experiência foi transformadora, aprendi a ter o pé no chão, a ajudar mais, ser proativa”, diz ela.

 

Formada em administração de empresas pela FGV, Bianca Mattos Guariglia passou dois meses em uma comunidade carente de Moçambique, na África, e afirma que essa experiência a tornou muito mais preparada para a vida profissional e também para viver em um novo país como estudante. “Definitivamente, você se transforma em uma pessoa muito mais esforçada e engajada. O valor que eu dou para as coisas mudou completamente e a minha noção de mundo também se ampliou”, conta. Não há restrições de trabalho voluntário, o importante é demostrar que você é uma pessoa dinâmica quando não está em sala de aula.

 

Por onde começar?

 

Se você ainda não teve a oportunidade de viver essa experiência, mas está disposto a engajar seu tempo livre em um projeto especial, não faltam opções para escolher o trabalho voluntário perfeito.

 

Para acertar na escolha, o primeiro passo é estabelecer os seus pontos de interesse. Pergunte-se sobre o que mais gostaria de fazer e, em seguida, defina como, dentre as possibilidades, você pode contribuir efetivamente para determinado projeto. Para isso, prefira aqueles que tenham relação com coisas que você sabe e gosta de fazer.

 

“O aluno deve escolher um trabalho voluntário ao qual ele se dedique com consistência, com paixão e que seja compatível com os seus valores pessoais. As faculdades vão valorizar aqueles trabalhos que efetivamente contribuíram para a formação do estudante enquanto ser humano”, explica Cristina Vieira. 

 

Agora é só romper a barreira entre teoria e prática, escolher o intercâmbio de trabalho voluntário ideal e partir para a experiência que poderá ajudá-lo chegar às grandes instituições.

 

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