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Estudar Medicina nos Estados Unidos ou Reino Unido? Eis a questão!

O que é preciso para estudar Medicina nos Estados Unidos e no Reino Unido?

20029

 

Para escolher medicina como opção universitária, o estudante deve estar preparado para muito estudo. Só alguém disciplinado, com uma rotina cronometrada nos livros, e disposto a anos de universidade e treinamento prático é capaz de ir até o fim e formar-se doutor. No entanto, se sua vontade é estudar medicina no exterior e mantém esta dedicação desde o ensino médio, ela será compensada. Isto porque as instituições que oferecem cursos de graduação em medicina nos Estados Unidos e no Reino Unido aceitam apenas aqueles que tiverem as melhores notas nos boletins do colegial. que destaca um candidato em potencial para a vaga nestes países é o histórico escolar - o seu GPA, Grade Point Average (a média do estudante) – que deve conter notas above-average, ou seja, só altas médias.

 

As provas e as notas mínimas exigidas pelas instituições dos EUA e do UK variam bastante.

 

Medicina nos EUA

 

Na América, a maioria das instituições exige o Teste de Admissão em Faculdades de Medicina (MCAT – Medical College Admission Test), criado para examinar todos os pré-requisitos para o estudo desta área: as habilidades dos candidatos em resolução de problemas, em pensamento crítico e em redação, e o conhecimento dos conceitos e princípios das ciências (física, química e biologia) e da matemática. É comum entre os candidatos americanos fazer cursos preparatórios para o MCAT antes de realizá-lo. (Para mais informações sobre a prova, visite o site oficial do MCAT.)

 

Requerimentos para admissão:

 

Atingir notas mínimas que variam de:

- 500 a 900 no SAT;

- 19 no ACT;

- 6.5 no IELTS;

- 60 a 80 no TOEFL (na versão feita pela internet, IBT – Internet-Based Test).

 

Medicina no Reino Unido

 

O Reino Unido tem o Serviço de Admissão em Universidades e Faculdades (Universities and Colleges Admissions Service – UCAS) que ajuda os estudantes a se aplicarem em diferentes instituições – e tem uma página dedicada a ajudar os alunos estrangeiros. Além do teste de proficiência em inglês, o IELTS, as instituições cobrarão a realização de um teste de admissão, que pode ser o BMAT ou o UKCAT:

 

- BMAT: O BioMedical Admissions Test é aplicado anualmente e é dividido em três partes – 35 questões de múltipla escolha em Aptidão e Habilidades; 27 questões de múltipla escola em Conhecimento e Aplicação Científicos; e uma redação sobre uma entre quatro opções de assuntos. O preço da prova costuma ser de £72.50 para estudantes estrangeiros, o que equivale a aproximadamente R$200.

 

- UKCAT: O UK Clinical Aptitude Test é usado como processo de seleção para o curso de medicina em 26 diferentes instituições do Reino Unido. O exame de múltipla escolha é dividido em quatro partes e irá testar as habilidades dos candidatos em aspectos como pensamento lógico, resolução de problemas numéricos e análise de decisões.

 

Algumas instituições do Reino Unido separam os cursos de medicina em três tipos:

 

- Pre-Medical Entry: Conhecido só por pre-med, este curso de seis anos é uma preparação para a graduação em medicina. Os estudantes passam por atividades como trabalhos voluntários, experiência clínica, pesquisa e aplicações práticas de processos médicos. É designado para estudantes que não atingiram as notas necessárias no histórico escolar do colegial para serem aceitos em um Graduate Entry.

 

- Standard Entry: Com duração de cinco anos, este tipo de curso muda de formato e atmosfera de acordo com a instituição, mas geralmente exigem boas notas colegiais em Química e Biologia para a admissão. Os estudantes aprendem os princípios e as bases científicas da medicina no início do curso para, na segunda parte, terem treinamento clínico.

 

- Graduate Entry: Normalmente, para finalmente cursar este tipo de medicina, o estudante já passou pelo Pre-Medical ou Standard Entry, portanto é mais curto, com quatro anos de duração. Porém é mais intenso, com menores períodos de férias e um aprendizado mais interativo, além do contato com pacientes reais ser introduzido antes que nos outros dois tipos de curso.

 

De volta ao Brasil...

 

Independente do país escolhido, todos os formandos em medicina por cursos estrangeiros precisam passar pelo Exame Nacional de Reavaliação de Diplomas Médicos, o Revalida, para poder exercer a profissão no Brasil. Apenas algumas instituições brasileiras estão autorizadas a aplicar a prova e cada uma escolhe o seu formato padrão. A prova criada pelo Ministério da Educação e aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais passou a ser anual apenas em 2011 e é feita em duas avaliações, a teórica e a prática de habilidades clínicas. (Leia com mais detalhes as regras e definições do teste no site do Inep.)

 

De qualquer forma, estudar no exterior já pressupõe uma valorização do currículo profissional. Países de primeiro mundo como o Reino Unido abrigam as melhores escolas médicas, que dispõe também dos melhores laboratórios e materiais. O profissional graduado internacionalmente está apto a trabalhar em diversas áreas da medicina como clínicas, hospitais, empresas e postos de saúde. 

 

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SOBRE O AUTOR

Brenda Bellani é editora de conteúdo e tradutora do Hotcourses Brasil. É formada em Jornalismo e especializada em Língua Inglesa e Tradução pela UNIMEP. Já morou 18 meses nos Estados Unidos como au pair e é apaixonada por viagens. Como hobby, ela mantém um blog sobre livros e tradução e é dona de uma lista infinita de livros-que-quer-ler.

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