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Estudantes internacionais estão esperançosos com notícias da vacina, diz pesquisa

Pesquisa QS mostra esperança entre quem quer estudar no exterior em 2021; Reino Unido pode se tornar primeiro país a vacinar população; e Austrália recebe primeiro grupo de estudantes internacionais em oito meses.

Estudantes internacionais estão esperançosos com notícias da vacina, diz pesquisa

Com os estudos das vacinas contra o coronavírus mostrando resultados promissores pelo mundo – e países como o Reino Unido já anunciando quando acontecerá a primeira campanha de vacinação –, a QS entrevistou 887 pessoas interessadas em estudar o exterior de países ao redor do mundo, incluindo China, Índia, Paquistão, Reino Unido e Estados Unidos.

 

Quase um quarto (21%) dos participantes disseram que a possível introdução de uma vacina contra Covid-19 fez com que quisessem dar andamento aos planos de estudar no exterior mais cedo.

 

“Nossa última pesquisa mostra que uma vacina para a Covid-19 levaria muitos estudantes internacionais a continuarem com os planos de estudo”, disse a diretora da QS, Jessica Turner, ao The Pie News.

 

Estudar no exterior

 

Retorno das aulas presenciais

 

Embora algumas universidades não sofreram tanto uma redução no número de estudantes internacionais como temiam, vários dos que já estavam matriculados não puderam retornar aos seus países de estudo pelas restrições de viagens ou pela adaptação das aulas para o ambiente online.

 

Com uma vacina aprovada os estudantes que não puderam viajar poderão retornar às suas universidades internacionais e os demais interessados em um curso no exterior em 2021 poderão prosseguir com seus planos.

 

No entanto, cerca de 43% do entrevistados na pesquisa da QS disseram que as notícias sobre as vacinas não fizeram diferença em seus planos, citando diferentes razões, como a incerteza sobre quando a vacina estaria amplamente disponível ou que pretendem estudar fora em 2021 preferindo acreditar que as coisas voltarão ao normal até lá.

 

Uma pesquisa anterior da QS havia identificado que 45% dos futuros estudantes internacionais só se sentiriam confortáveis em viajar para o exterior quando os campi universitários estivessem abertos e o ensino presencial fosse totalmente retomado.

 

A pesquisa também apontou que 43% dos entrevistados só viajariam para estudar no exterior assim que uma vacina fosse desenvolvida.

 

A vacinação contra o coronavírus no Reino Unido

 

O Reino Unido deve se tornar o primeiro país a aplicar uma vacina contra a Covid-19 em sua população. O país já esteve na dianteira ao aprovar o imunizante da Pfizer/BionTech. Segundo matéria da BBC, o MHRA, órgão regulatório britânica, diz que a vacina com até 95% de proteção comprovada é segura para adoção.

 

Eles receberão os primeiros estoques ainda em dezembro e podem começar a vacinar a população considerada grupo de risco – pessoas acima de 50 anos ou mais jovens com comorbidades – antes mesmo de 2021.

 

Estudantes internacionais retornam à Austrália

 

Estudantes internacionais retornam à Austrália

 

Enquanto as vacinas não chegam ao mundo todo, a Austrália conseguiu receber de volta pela primeira vez em oito meses um grupo de estudantes internacionais.

 

Sessenta e três alunos de Hong Kong, China, Vietnã e Indonésia viajaram para Singapura de onde partiram em um voo fretado da Charles Darwin University. O avião aterrissou em Darwin, na Austrália, no dia 30 de novembro, onde todos foram recepcionados com muita festa no aeroporto.

 

Dentre os acolhidos pela Austrália encontravam-se novos estudantes de graduação e pós-graduação admitidos durante a pandemia e também outros já matriculados que não puderam retornar por conta das restrições de viagem desde o começo de 2020.

 

Para poderem viajar, todos passaram por testes de saúde prévios e usaram acessórios de proteção durante o voo. Além disso, vão ficar 14 dias isolados em quarentena em uma instalação do governo australiano, com estadia paga pela universidade, antes de poderem retornar aos estudos.

 

Sustentável, criativa e inovadora, a Charles Darwin University manteve um amplo programa de apoio aos estudantes durante a quarentena, com ligações diárias, conversas e aulas de ginástica virtuais e oficinas de inglês e empregabilidade.

 

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