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Universidades oferecem descontos para atrair estrangeiros pós-pandemia

Universidades oferecem descontos para atender à demanda de alunos internacionais; saiba outros fatores influenciadores dos estudos no exterior no pós-pandemia.

Universidades dão descontos para atrair alunos internacionais

As universidades do mundo inteiro estão começando a considerar as dificuldades causadas pela pandemia enfrentadas pelos estudantes, o que tem resultado no aumento de descontos de descontos e maior apoio financeiro.

 

É o que aponta o site ICEF Monitor. A incerteza contínua em relação às restrições de viagens, solicitação de vistos e vacinação fizeram com que instituições de ensino superior aumentassem a flexibilização no pagamento dos cursos.

 

Dessa forma, reconhecem que enquanto a pandemia não melhorar no mundo, os estudantes internacionais terão mais desafios para pagar as taxas de ensino integrais e/ou serão mais cautelosos sobre estudar no exterior com tantas incertezas e inseguranças.

 

Para ajudar a manter o sonho da educação internacional, as universidades têm buscado tornarem-se mais acessíveis.

 

Descontos para estudantes internacionais

 

O ICEF Monitor relata o exemplo de universidades australianas, como University of Adelaide, University of Queensland e University of Newcastle, que passarão a oferecer descontos aos estudantes que não conseguirem viajar para a Austrália devido às restrições na fronteira e forem obrigados a começar os estudos online.

 

O site da Newcastle, por exemplo, traz o seguinte aviso: “Não atrase os seus planos de estudos – comece a estudar online e os conclua na Austrália quando as fronteiras reabrirem. Para os alunos que começam os estudos online fora da Austrália, estamos oferecendo um desconto de até 20%”.

 

Nos Estados Unidos, O site US News informa que diversas universidades e faculdades ofereceram descontos de 10% a 30% no semestre que começou agora na primavera de 2021. Com alguns campi retomando as aulas presenciais, os descontos passam a valer aos estudantes que permanecem apenas no online.

 

Já a Johns Hopkins University decidiu não estender o desconto de 2020 para esse ano porque a “redução de 10% nas taxas de ensino foi uma ocorrência isolada inclusa no pacote de apoio em reconhecimento das dificuldades associada às mudanças nos planos para o semestre”, como aponta o site oficial da renomada instituição, e a partir da primavera de 2021, tudo voltaria ao normal, inclusive o valor dos cursos.

 

Importância dos serviços de carreira em meio à crise

 

Outro fator que passou a ser ainda mais valorizado pelos estudantes, tanto nativos quanto internacionais, na hora de escolher seu curso e universidade é o apoio à carreira. Assim que a pandemia diminuir, o ICEF Monitor acredita que aumentará significativamente o interesse por:

 

  • Estatísticas de empregabilidade após a graduação e depoimentos de ex-alunos de sucesso;
  • Capacidade de trabalhar durante os estudos;
  • Possibilidades de trabalhar no país após a graduação e oportunidades de imigração;
  • Oportunidades de estágio;
  • Recursos de aconselhamento de carreira;
  • Bolsas de estudo;
  • Programas mais curtos e cursos de aperfeiçoamento

 

Segundo o site, esse é o momento de as universidades considerarem ajustes no portfólio de cursos e serviços que elas oferecem, bem como a forma com que são apresentados no site da instituição para não só continuar a atrair estudantes internacionais, mas também para ajudá-los de verdade.

 

Vacinação contra Covid-19

 

O ICEF Monitor aponta também outro importante decisor sem precedentes na hora de estudar no exterior no pós-pandemia: as taxas de vacinação nos destinos de estudo. Isso porque quanto mais vacinas, menos a doença circula livremente, abrindo caminho para que as universidades voltem ao ensino presencial e a economia se reerga no país.

 

Em uma pesquisa global do IDP Connect realizada em outubro de 2020, 56% dos estudantes internacionais disseram que provavelmente mudariam a escolha de destino de estudo com base em qual oferecerá aprendizado presencial, porque esse o método preferido de mais da metade dos respondentes.

 

Até o momento, Reino Unido e Estados Unidos estão ultrapassando o Canadá em vacinações. O Canadá vacinou apenas 2,6% de sua população em fevereiro de 2021, em comparação com 15% no Reino Unido e 10% nos Estados Unidos. Israel é o líder mundial: cerca de seis em cada dez israelenses (59%) já estão vacinados.

 

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