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República da Irlanda: Destino de Estudo

Minha mágica experiência na Irlanda

A jornalista Suzana Storolli viajou para a Irlanda aos 29 anos para aprender inglês, mas a experiência foi muito além dos estudos!

Minha mágica experiência na Irlanda
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Meu nome é Suzana Storolli, tenho 29 anos, sou Jornalista e Publicitária. Moro em Americana, interior de São Paulo. Há 9 meses eu iniciava minha aventura pela Irlanda, tinha um sonho de falar inglês fluente e então alguns amigos e minha família me encorajaram a fazer mais um intercâmbio. Eu já havia feito um com o idioma espanhol, e outro com o idioma italiano. Mas meu grande sonho era especializar o meu inglês. E nesse momento começou a minha história...

 

Eu sempre tive uma paixão e uma admiração muito grandes pela cultura medieval, celta e toda sua magia. Quando comecei a pensar no destino do meu novo intercâmbio, logo lembrei da Irlanda, famosa pelas fadas, duendes leprechaun e gigantes. Eu tomei a decisão e decidi seguir de uma vez todos os meus sonhos: aprender o inglês numa terra celta para conseguir trabalhar em grandes empresas no futuro.

 

Escolha da escola

 

Então comecei a pesquisar sobre tudo na internet. DUBLIN -> PESQUISAR, AGÊNCIAS -> PESQUISAR, ESCOLAS -> PESQUISAR. E então encontrei um grupo no Facebook que era de pessoas que iriam pra Irlanda em 2017. Comecei a ver os posts, comentários, até que achei uma moça de Brasília que se tornou minha amiga logo depois.  Ela disse: “eu vou estudar na Kaplan, ela é uma referência”.

 

Comecei a procurar informações sobre ela e vi que existem filiais no mundo todo, e que tem bons índices nos rankings de melhores escolas. Assisti vídeos, vi depoimentos, cotei os valores e decidi pela Kaplan. Eu simplesmente amei a escola, foi a melhor escolha que poderia ter feito.

 

As aulas e atividades extracurriculares

 

A Kaplan International English tem uma ótima estrutura, aulas didáticas com jogos o tempo todo. Você precisa conversar e tentar se expressar em inglês em todas as aulas, mesmo às vezes os professores sendo brasileiros ou que entendam português. Foi realmente um sonho viver tudo aquilo. Toda sexta-feira eles fazem uma cerimônia de despedida para os alunos que estão indo embora. Cada um recebe seu certificado e muitos aplausos, motivados pelos professores e diretores.

 

 

A Kaplan também oferece toda semana um calendário de eventos culturais, desde museus, festas tradicionais, restaurantes, até grandes viagens, show´s como Riverdance e Game of Thrones Tour.

 

Acomodações

 

A escola também tem uma área especializada em residência, podendo escolher entre a residência estudantil (Binary Hub) ou uma Host Family (onde você mora com uma família irlandesa, conhece a cultura local e treina seu inglês). Eu fiquei nas acomodações oferecidas pela escola iniciando pela residência estudantil, depois fiquei 1 mês em host Family e finalizei com Airbnb.

 

Visto de estudante

 

Os brasileiros podem permanecer legais por 3 meses na Irlanda, e depois disso precisamos de um documento chamado GNB. Você precisa marcar uma data pelo site, e na hora comprovar os 3 mil euros e pagar 300 euros para conseguir fazê-lo.

 

Por sorte eu não precisei fazer tudo isso porque eu tenho passaporte europeu. Mas sempre vi meus amigos conseguirem fazer sem problemas os documentos oficiais.

 

Adaptação

 

A minha adaptação no país foi tranquila. No começo é obvio que me vi perdida, ainda mais não sabendo me comunicar direito em inglês. No início chorei pela dificuldade com o idioma, e achava que aquilo tudo era grande demais pra mim. Era realmente um monstro, um bicho de 7 cabeças horroroso, mas depois passei por tudo e venci o desafio. Aos poucos com a ajuda de amigos e da minha família eu fui crescendo, fui me desenvolvendo, passei de nível e finalizei meu curso no Inglês Intermediário, o que será o início de uma grande jornada. Me senti realmente feliz e realizada por conseguir atingir meus objetivos.

 

Eu frequentava a escola no período da manhã, e a noite eu fazia os exercícios indicados pelos professores. Praticamente todos os dias eles passam pequenas tarefas que nos ajudam a memorizar o que foi aprendido nas aulas. E ainda é preciso fazer os exercícios online “K TOOLS”, onde podemos praticar a escrita, a leitura, gramática, vocabulários e a audição em inglês. E quanto mais fazemos todas as tarefas propostas, mais chances temos de passar de nível, porque elas são parte importante na pontuação de cada aluno.

 

Passeios e cultura irlandesa

 

 

Porém os intercâmbios não são feitos só de estudos. Eu usava grande parte do meu dia para participar do Programa Social da escola e conhecer os museus, eventos culturais e tradicionais, festivais, mercados, e imergir de verdade na cultura irish.

 

Fiquei apaixonada por cada canto da Irlanda, suas portas coloridas, os inúmeros pubs, uma bela arquitetura, tudo parece encantado! Experimentei o irish breakfast, fish and chips, irish stew, chá com leite, muita batata, salmão defumado, cidra; é uma gastronomia forte para aguentar o frio que está sempre presente.

 

É mais difícil entender o inglês britânico, já que estamos acostumados com o inglês americano, mas as pessoas são pacientes e te ajudam bastante quando não entendemos. Só tive boas experiências! Até a minha “host sister” de 6 anos me ajudava no começo quando não conseguia me comunicar 100%. Ela via meu sofrimento e tentava traduzir para os pais o que eu queria dizer no momento. Tenho lindas lembranças dessa viagem maravilhosa.

 

Trabalho

 

Trabalhei em dois lugares durante esse meio tempo: fui voluntária em um festival de teatro chamado Dublin Theatre Festival, e sou freelancer como Vídeo Jornalista (VJ) em uma TV holandesa chamada Zoomin TV (indicada por uma amiga que disse que eu me daria bem por já fazer frequentemente vídeos nas redes sociais).

 

Quando cheguei de volta ao Brasil não sabia se tinha vivido ou sonhado tudo aquilo. Estamos pertinho de tantos lugares e países diferentes! Visitei 9 países em 9 meses, realizei muitos sonhos, e além de aprender a me comunicar em inglês, ganhei o presente mais lindo de todos: meu amor Nicolas – um francês que era meu colega de classe. Agora meus planos para o futuro se multiplicaram e, além de ser VJ, onde posso trabalhar em qualquer lugar do mundo, vou aprender um novo idioma – francês – para morar e trabalhar na França.

 

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SOBRE O AUTOR

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